A preocupação com medidas de proteção contra a COVID-19 tornou-se prioridade no mundo todo, desde o agravamento da pandemia, em 2020. Desde lá, todos se mobilizaram com ações destinadas a evitar a propagação do vírus.
Por ter se mostrado uma doença extremamente contagiosa, todas as pessoas tiveram que adaptar rotinas, costumes, precauções, etc. Lockdown, uso de máscaras, distanciamento social, higienização constante das mãos. Todas essas medidas passaram a fazer parte da vida de qualquer pessoa.
Enquanto isso, estudos são feitos diariamente para entender melhor o vírus e encontrar maneiras de proteger a população. E um desses caminhos foi a produção de vacinas. Pesquisas foram intensificadas em laboratórios para produzir a imunização o quanto antes.
Em um período consideravelmente rápido, as vacinas foram produzidas, testadas e estamos na fase de aplicação, no mundo todo. E além de todos os estudos realizados, a produção das vacinas foi possível graças aos ambientes controlados.
Entenda mais a seguir a importância dessas construções no processo de desenvolvimento das imunizações.
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A produção de Vacinas no Brasil

Com a constante busca por imunização da população, o Brasil iniciou uma força-tarefa para o desenvolvimento das vacinas. Instituições importantes se mobilizaram para tal. Dois dos maiores produtores de vacinas do Brasil, Bio-Manguinhos e Instituto Butantan, reforçaram as fábricas para produzir o imunizante.
Mensalmente, milhares de vacinas são produzidas para atender a população. A cada dia que passa, a busca por alternativas para o fornecimento de imunizações aumenta. O processo não é simples. É preciso que os lotes sejam submetidos a testes de controle de qualidade, com o objetivo de verificar estabilidade e esterilidade.
São testes que podem durar entre 15 e 20 dias. Assim, a eficiência delas é garantida. Dados do Ministério da Saúde apontam que, até o momento, já foram distribuídas mais de 90 milhões de doses da vacina contra COVID-19, no Brasil.
Cuidados especiais na produção de vacinas

A fabricação das vacinas engloba etapas nada simples. Há todo um processo de aprovação e estudo antes da produção em si. Existem vacinas, inclusive, segundo o Instituto Butantan, que precisam de um planejamento prévio de 18 meses, antes do início da distribuição das doses. Há casos em que só a fabricação pode demandar nove meses. Ou seja, é um processo que precisa de tempo.
Além das especificidades técnicas de cada imunizante, de acordo com o vírus que pretende combater, existem diversos fatores que influenciam diretamente, entre eles: a temperatura, materiais utilizados, modo de manuseio, ambiente no qual a operação é realizada e muito mais.
E é por isso que os ambientes controlados tornam-se tão importantes nesses casos. São esses ambientes que preservam a integridade dos imunizantes. O manuseio pode ser feito sem que nenhum contaminante interfira no produto. Tudo é realizado com a maior segurança possível.
Produção de IFA no Brasil
IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) é de fundamental importância na formulação de um fármaco. É nele que a substância, capaz de produzir o efeito que se espera, está. No cenário das vacinas, é exatamente o IFA que possui a informação necessária para que o organismo do indivíduo comece o trabalho de produzir defesas contra um determinado vírus.
No caso da CoronaVac, por exemplo, o IFA é o ingrediente que possui o micro-organismo “morto”. Ou seja, ele é incapaz de se replicar e gerar infecções na pessoa vacinada. Ao ser aplicada no paciente, o corpo do indivíduo começa a conhecer a estrutura do Coronavírus e produzir as defesas necessárias.
Para a produção desses insumos, é preciso que uma cepa do Coronavírus seja selecionada e multiplicada em laboratório. Isso é feito até que se chegue a uma grande quantidade que seja o suficiente para a produção de um lote. Todo esse processo é realizado em ambientes controlados.
A Asmontec está diretamente relacionada a esses feitos. Recentemente, foi desenvolvida para a Blau Farmacêutica, uma obra que possui uma área de 3000 m², composta por equipamentos modernos, de alta tecnologia, destinada à produção de IFAs biotecnológicos. A construção é extremamente relevante para o cenário de produção de vacinas no Brasil, pela autonomia na fabricação de imunizantes que ela proporciona.
A importância da ACAV

A Área Controlada para Armazenamento de Vacinas (ACAV) é sempre projetada e construída em padrões elevados de segurança com o objetivo de atender às principais necessidades de funcionamento do local. Por serem destinadas à manutenção dos imunizantes, precisam ter refrigeradores, congeladores e ultrafreezers que comportem os materiais. E, para isso, todo o ambiente necessita estar de acordo com os padrões de qualidade exigidos.
Essas áreas ganharam ainda mais relevância, neste momento de pandemia. Afinal, com a produção acelerada de vacinas, tornou-se ainda mais necessária a construção de Salas Limpas como essas, para que sejam mantidas em perfeito estado e, posteriormente, serem destinadas à população.
Principais características que uma área controlada deve ter:
Para que a segurança do local seja aprimorada e o ambiente controlado cumpra, de fato, o que é esperado, existem alguns pontos adicionais que a Asmontec proporciona, que elevam o nível de efetividade do ACAV, confira:
- Estabilizador de energia e Nobreak;
- Gerador de energia;
- Base de aço;
- Estrutura totalmente independente da construção existente;
- Fornecimento modular;
- Refrigeração e controle de umidade.
Todos esses fatores contribuem para a manutenção íntegra das vacinas. Seja na produção ou no armazenamento, os Ambientes Controlados tornaram-se um aspecto determinante para o avanço da proteção da população. Afinal, eles estão presentes em diversas etapas fundamentais: pesquisas, produção e armazenamento.
E a Asmontec está presente, outra vez, em obras de grande responsabilidade social, com Áreas Controladas de eficácia ímpar. É a eficiência de quem possui 25 anos de trajetória, com muito compromisso e confiança.





