As salas limpas na indústria farmacêutica são fundamentais para que as substâncias não sejam contaminadas e, com isso, alteradas durante a fabricação e/ou a testagem de produtos. Contudo, para que o local funcione de maneira correta, é essencial estar atento a alguns aspectos. Neste texto, você vai conferir tudo que precisa saber sobre o tema.
As salas limpas na indústria farmacêutica são, sem dúvidas, espaços essenciais para uma produção segura e efetiva. Nesses ambientes – cujo nome deriva do termo em inglês clean rooms -, todos os detalhes devem ser pensados para garantir que tanto a fabricação quanto a testagem de produtos não sofram interferências e, com isso, possíveis contaminações.
Se a produção de um medicamento é impactada pela presença de microrganismos, por exemplo, haverá prejuízos não somente para a substância, mas também para os colaboradores da empresa que se dedicam ao processo de fabricação.
Para evitar que essas situações ocorram, as salas limpas, que podem ser definidas como um tipo de ambiente controlado, devem ser espaços isolados de outras instalações. Além disso, o local precisa atender a uma série de requisitos e padrões para ser considerado, de fato, eficiente e seguro.
Além da indústria farmacêutica, as salas limpas costumam estar presentes em locais como fábricas de alimentos e/ou bebidas, laboratórios de análises clínicas, laboratórios químicos e centros cirúrgicos.
Como funcionam as salas limpas?
Para compreender o funcionamento das salas limpas na indústria farmacêutica, é preciso, primeiro, conhecer as classificações desses espaços de acordo com a ISO 1464-4.
De maneira geral, as salas limpas são classificadas de acordo com a análise de diversos fatores e, atualmente, estão divididas em dois grupos:
– Classe 1 a 5: nessa classificação, a sala limpa funciona através de um regime de fluxo de ar considerado laminar. Nesse caso, a reposição total do ar acontece a cada seis segundos e esta ocorre de forma uniforme a partir do forro da instalação.
– Classe 6 a 9: nessa classificação, por sua vez, as salas limpas funcionam através de um regime de fluxo de ar chamado de turbulento. Nesse caso, o ar flui a partir de difusores instalados no forro do ambiente, que registra correntes de ar em seu interior.
Independentemente da classificação, é importante ressaltar que, ao construir uma sala limpa, é necessário projetar um espaço que vai impedir que as partículas presentes nas áreas exteriores entrem em contato com o ambiente controlado.
Como manter a segurança e a efetividade de uma sala limpa?
Conforme apontado anteriormente, um dos principais objetivos de uma sala limpa, especialmente em relação à indústria farmacêutica, é evitar ou reduzir as possibilidades de contaminação do ambiente e, consequentemente, dos produtos que estão sendo fabricados e/ou testados em seu interior.
Para que o espaço controlado funcione de maneira correta, contudo, é essencial que os responsáveis pela manutenção do ambiente estejam atentos a alguns fatores. O investimento em uma tecnologia que combina filtragem de ar, controle de parâmetros ambientais e materiais com baixa emissão de partículas, por exemplo, é uma das principais recomendações.
Se você precisa de auxílio para manter sua sala limpa segura e efetiva contra a contaminação de ambientes exteriores, pode contar com a expertise da Asmontec, empresa fundada em 1996 que, atualmente, é referência no mercado de implantação e manutenção de salas limpas e outros ambientes controlados.
Entre em contato com um de nossos consultores, conheça nossas soluções e descubra como sua sala limpa pode ser ainda mais segura.





